Arquivos do mês: agosto 2012

Fratura no Quadril

Devido ao alto índice, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já considera a fratura de quadril um problema de saúde pública não só em países desenvolvidos, como também no Brasil. Nos Estados Unidos, já são gastos 10 bilhões de dólares por ano e há previsão de triplicar o valor nos próximos anos. No Brasil, a estimativa é de 100 mil casos de fratura de quadril ao ano.

Peculiares à idade avançada, as fraturas representam 50% das internações de idosos por trauma em prontos-socorros. Segundo o ortopedista Dr. Marcelo G. Cavalheiro, coordenador da divisão de Artroscopia do Quadril na Escola Paulista de Medicina, a fratura de quadril pode ocorrer em qualquer idade, mas com maior incidência em idosos, devido à osteoporose.

“Este tipo de fratura pode acontecer com jovens, mas somente em casos como acidentes automobilísticos, grandes quedas, enquanto que para o idoso isso pode ocorrer em movimentos corriqueiros”, esclarece o médico.

De acordo com o ortopedista, a osteoporose torna os ossos mais fracos, com falta de cálcio e fósforo, o que acontece com mais frequência em idosos acima de 65 anos e com maior incidência em mulheres. “Estima-se que 50% das mulheres com mais de 75 anos venham a ter alguma fratura osteoporótica. Em homens, esse índice cai para 25%.”

O médico explica que isso acontece porque o esqueleto do ser humano acumula massa óssea até a faixa dos 30 anos. A partir de então, perde-se 0,3% ao ano e a mulher tem uma perda maior nos 10 primeiros anos pós-menopausa, podendo chegar a 3% ao ano, principalmente na mulher sedentária.
Para o fortalecimento da musculatura do quadril e consequente prevenção a fraturas, o ortopedista afirma que a atividade física ainda é a melhor forma. “Exercícios físicos, boa alimentação e tomar sol no começo da manhã e final da tarde são o mais importante.”

Entre os exercícios físicos, a indicação é para os aeróbicos, como caminhada, bicicleta ou natação. “Os exercícios trabalham a musculatura, fortalecendo a região dos quadris, protegendo-a, melhorando a sua biomecânica e absorvendo o impacto. Melhoram o equilíbrio e a agilidade do idoso, evitando as quedas. Contribuem para melhorar a mineralização óssea, muito importante nos casos de osteoporose.”

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