Arquivos do mês: outubro 2013

O livro “A Bela Velhice” ensina a viver essa fase com felicidade e alegria

Para viver uma velhice feliz, alguns fatores são muito importantes. No livro ” A bela velhice” , da Editora Record, que será lançado nesta quarta-feira,16 de Outubro, às 19h, na FNAC Pinheiros, a antropóloga e escritora Mirian Goldenberg, uma das mais importantes estudiosas do comportamento brasileiro, mostra que é possível experimentar o processo de envelhecimento com beleza, liberdade e felicidade. Mais de 25 anos de pesquisas sobre as mulheres e os homens brasileiros desafiaram a autora a buscar os caminhos para inventar uma “bela velhice”. Em cada capítulo de seu novo livro, a antropóloga desenvolve as ideias mais importantes para a conquista desse ideal: encontrar um projeto de vida, valorizar a liberdade, almejar a felicidade, cultivar a amizade, viver intensamente o presente, respeitar as vontades e paixões, aceitar a própria idade e dar muitas risadas. O livro é dedicado a todos os interessados em construir um projeto de vida para uma “bela velhice”: os velhos de hoje e os velhos de amanhã.

A HELIOTERAPIA E SEU BEM ESTAR MENTAL

Desde os tempos antigos. a luz natural do sol era conhecida por ter efeitos fisiológicos positivos sobre o corpo humano. Ela remonta a uma época em que o famoso filósofo grego e Pai da Medicina, Hipócrates, utilizando os raios do sol em seus tratamentos para doenças naturopatas. Helioterapia é a prática de usar a luz solar para combater doenças e restaurar a saúde. No início do século 20, a helioterapia foi amplamente usada para tratar doenças como a tuberculose, o raquitismo nas crianças e as feridas de guerras.Sua importância foi formalmente reconhecida quando o Dr. Niels Finson, prêmio Nobel de Medicina em 1903, com a elaboração de um método de terapia ultravioleta na cura da tuberculose.

Helioterapia envolve o uso do sol?

Os raios ultravioletas iniciam a produção iniciam a produção de Vitamina D na pele, prevenindo assim o câncer de mama, a osteoporose, o câncer de próstata, a psoríase, o acne, etc. O aumento do metabolismo no organismo, devido à produção de Vitamina D. também multiplica a taxa da reação enzimática, a regeneração celular, a recuperação tecidual, a velocidade do fluxo do sangue e o aumento do fluxo de oxigênio.

São beneficiários signifícaticos da helioterapia pacientes com lesão medular. Pessoas que sofrem de paralisia grave e perda da extremidade inferior da massa óssea. A Vitamina D provoca o aumento do cálcio (que é o componente mais importante do crescimento ósseo) a ser absorvido a partir das vias intestinais. A deficiência da Vitamina D provoca deformação do crescimento ósseo, aumentando a possibilidade de fraturas.

Pacientes com Esclerose Múltipla em áreas menos expostas à luz do sol, são mais propensos à doença. Por exemplo, os noruegueses vivem perto do oceano e consomem mariscos ricos em Vitamina D, relatam menos casos da Esclerose Múltipla, do que aqueles que vivem no interior.

Pacientes idosos

 

A produção da Vitamina D no corpo diminui com a idade. Estudos indicam que esta vitamina atúa como um agente preventivo contra o câncer da próstata, que é a segunda causa mais comum de morte por câncer, em pessoas com mais de 75 anos. Pesquisas repetidas em Medicina Esportiva, têm demonstrado que a exposição de rotina de atletas no sol, tem não só otimizado seu desempenho, como também reduziu significativamente a incidência e o tempo de recuperação de pequenas lesões.

Além de suas virtudes medicinais, a helioterapia que a luz do sol (Helios), sempre foi um fator dinâmico para o humor das pessoas. Curiosamente, os pesquisadores também descobriram que a exposição ao sol, aumenta a produção de serotonina, uma substância química que estimula o cérebro humano, na zona do prazer aumentando a sensação de bom humor e bem estar, em momentos de depressão e ansiedade. Esse fato demonstra a ligação entre a helioterapia e nosso bem estar mental.

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Violência contra idosos ainda pode ser subestimada

Em outubro é celebrado o Dia Internacional do Idoso e também 10 anos da criação do Estatuto do Idoso no Brasil, este último fruto da necessidade de proteger os direitos dos que já passaram dos 60 anos. Entre as principais bandeiras está a luta por mais respeito e, apesar das conquistas, ainda é preciso estar atento contra as várias formas de violência contra o idoso.

Recentemente, o Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, divulgou um levantamento apontando que 10 a 15% dos idosos atendidos em sua Unidade de Emergência Referenciada (UER) apresentavam evidências de violência, incluindo agressão física, negligência, abandono e abuso financeiro. Os dados foram compilados por duas alunas do curso de pós-graduação da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas.

No mês em que é celebrado o Dia Internacional do Idoso (1/10), e também 10 anos do Estatuto do Idoso no Brasil, o dado de uma das mais renomadas universidades públicas do país serve de alerta para o ainda presente descaso com o idoso, mesmo com todos os avanços da última década, como a criação do próprio Estatuto.

“Um grande problema é que não há números absolutos a respeito da violência contra a pessoa idosa”, afirma Maria Elen Guariento, docente da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, explicando que os casos de violência são subnotificados, o que impede a percepção real da incidência desse problema. Um dos fatores que dificultam é a corriqueira tentativa de ocultar a agressão, tanto pelos agressores como pelas próprias vítimas. “Muitas vezes o idoso tem medo de perder o pouco apoio que tem, sente vergonha e humilhação”, diz a professora.

“Em contrapartida, a literatura médica e a experiência construída ao longo dos anos tem colaborado para a ampliação do conhecimento a respeito dos sinais indiretos de violência, que passam a ser melhor definidos. Maria Elena faz referência a um artigo recente para indicar um desses sinais, “a piora de uma doença crônica pode ser resultado de maus tratos, por exemplo”. Contudo, a médica diz que mesmo com evidências é difícil reconhecer a violência.

Embora a agressão física seja a menos verificada nos levantamentos, Maria Elena alerta que isso não significa que ela é necessariamente o tipo de violência com menor incidência. “De maneira geral, a violência contra o idoso é subestimada”. Segundo a pesquisadora, ainda não há para o idoso uma estrutura como a estabelecida para proteger crianças.

“Se o idoso diz que está sentindo uma dor, muitos dizem que é normal, coisa da idade”, exemplifica. Para a médica, essa situação pode se caracterizar como abandono, porque o idoso acaba não recebendo atendimento médico ou sendo medicado corretamente. Maria Elena atribui parte do problema a percepção que a sociedade tem do idoso, como uma pessoa pela qual não há mais o que fazer ou que não merece a mesma atenção assistencial que os mais jovens.

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“Cartilha do Idoso 2013” oferece informações sobre direitos da terceira idade

No Brasil, os direitos estabelecidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos são garantidos pela Constituição Federal, pela Política Nacional do Idoso e pelo Estatuto do Idoso, que estabelecem que o idoso goza de todos os direitos inerentes à pessoa humana, sem distinção de qualquer natureza, cabendo à família, à sociedade e ao Estado o dever de assegurar a efetivação desses direitos, bem como assegurar a participação da pessoa idosa na sociedade.Direitos da 3ª idade

Com o objetivo de proporcionar à pessoa idosa informações e orientações básicas sobre seus direitos, o Portal Terceira Idade, em parceria com a SCA do Brasil – fabricante dos produtos TENA – passa a disponibilizar aos seus internautas e a todos os idosos do Brasil a “Cartilha do Idoso 2013”, com conteúdo reproduzido a partir de original distribuído pela OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), representada pela Advogada Drª Adriana Zorub Fonte Feal, Presidente da Comissão dos Direitos dos Advogados Idosos da OAB/SP e Conselheira Suplente pela OAB no Conselho Nacional dos Direitos do Idoso.

A versão digital da “Cartilha do Idoso 2013” – que já está disponível gratuitamente no Portal (clique na figura abaixo para visualizá-la e baixá-la em seu computador) –, foi lançada e distribuída ao público (em versão impressa pela SCA do Brasil) durante a festa do Portal Terceira Idade em homenagem ao Dia Mundial do Idoso, no último dia 1º de outubro, em evento ao ar livre, na Avenida Paulista, em São Paulo.

O lema do Portal, desde sua criação, em 2006, sempre foi “Informação é cidadania!”. E oferecer a “Cartilha do Idoso” é possibilitar a você – como cidadão e pessoa humana – exercer e exigir os seus direitos de viver em condições de respeito, igualdade e dignidade!

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Vida saudável na terceira idade

O envelhecimento saudável consiste na busca pela qualidade de vida por meio de uma dieta adequada e a prática de atividades físicas prazerosas, o que ajuda a diminuir o risco de quedas e fraturas, além de uma convivência social estimulante. Todos esses fatores trabalhados em conjunto ajudam a melhorar a autoestima e a autoconfiança dos idosos, preservando sua independência física e psíquica.

Para um idoso sedentário que pretende iniciar um exercício, a recomendação dos educadores físicos do Hospital Israelita Albert Einstein Marcio Marega e Carla Giuliano, é realizar uma avaliação médica para saber se ele está apto ou se há algum tipo de restrição ou cuidado especial na escolha dos exercícios. “Deve-se escolher bem as atividades, pensando em algo que proporcione prazer para que sejam realizadas com regularidade. É importante também não realizar exercícios em jejum, cuidados com vestimenta e hidratação, além de avaliar a duração, intensidade e frequência da atividade, sem esquecer-se de qualquer sintoma que possa aparecer durante o exercício”, alertam Marcio e Carla.

Em relação aos efeitos psíquicos e sociais, a atividade física parece reduzir os sintomas de depressão, ansiedade e a melhora de humor. “As revisões de literatura indicam o efeito benéfico positivo do exercício como tratamento da depressão ou ansiedade subclínica ou clínica, e também como auxiliares da melhora da qualidade de vida por meio do aumento da autoestima, da melhora dos estados de humor, da diminuição da ansiedade, da melhora do estresse, assim como o sono”, ressaltam os educadores físicos.

Alimentação e Envelhecimento

As indústrias de cosméticos e as cirurgias plásticas tentam há anos retardar o processo de envelhecimento e o resultado nem sempre é confiável. Desta vez, cientistas da Escola de Medicina de Monte Sinai, em Israel, se debruçaram sobre a causa e descobriram que a dieta da pessoa pode ajudar a produzir efeitos protetores contra o envelhecimento e contra doenças.

O estudo, conduzido pelo professor de Neurociência, Geriatria e Medicina Paliativa de Monte Sinai, Charles Mobbs, mostra como a restrição dietética e a alta ingestão calórica influencia nas respostas bioquímicas.

Segundo o estudo, uma dieta de baixa ingestão calórica retarda o desenvolvimento de algumas condições ligadas à velhice, como o mal de Alzheimer, assim como o próprio processo de envelhecimento. Como é feita a restrição calórica – se há privação de gordura, proteínas ou carboidratos – não parece importar.

– Não é uma questão de contar calorias ou de cortar determinados nutrientes, mas sim, como uma baixa ingestão de calorias impacta no metabolismo e interfere no estresse oxidativo. Uma dieta com alta ingestão calórica também vai acelerar o processo de envelhecimento – explica Mobbs.

Segundo o especialista, a chave da juventude está em achar o equilíbrio.

- Uma restrição de 10% poderá ser extremamente benéfica enquanto que uma de 80% poderá ser prejudicial – diz Mobbs.
Segundo o estudo, a redução ideal seria de 30% no total de calorias ingeridas diariamente.

Tai chi chuan na terceira idade

 

 Ao processo de envelhecimento estão associadas perdas sociais, cognitivas, neuromotoras e metabólicas capazes de comprometer seriamente a qualidade de vida do indivíduo idoso, levando-o à perda de autonomia e à dependência física, psicológica e econômica, com relação à família e à sociedade.

Já está bem estabelecido que a prática regular de atividade física contribui para o envelhecimento saudável e aumento da expectativa de vida. Exercícios físicos praticados regularmente inibem alterações orgânicas que se associam ao processo degenerativo, contribuem para a reabilitação de determinadas patologias que podem aumentar os índices de morbidade e mortalidade, agindo também sobre a saúde mental e a eficácia cognitiva.

Por esta razão, têm sido criadas estratégias de ações com o propósito de estimular os idosos a aderirem à prática regular de atividade física.

O Tai Chi Chuan é uma modalidade de Ginástica Chinesa que, depois da musculação, é a de maior aderência entre os praticantes idosos12 e tem sido citado como capaz de incrementar nesta população ganhos de condicionamento físico, força e equilíbrio, ajudando também na prevenção de quedas.

Força muscular

Os idosos praticantes de Tai Chi Chuan apresentaram menor perda da força nos membros superiores durante o teste de preensão manual. O desempenho manual manteve significância mesmo quando um grupo de praticantes de Tai Chi Chuan foi comparado com outras modalidades tradicionais. Melhoras significativas também foram verificadas para a força dos músculos extensores e flexores dos joelhos de praticantes de Tai Chi Chuan em relação a grupo controle e para o pico de torque extensor do joelho, no protocolo concêntrico e excêntrico, reforçando a teoria de que o treinamento de Tai Chi Chuan em idosos pode aumentar a força e a resistência muscular dos extensores dos joelhos.

Equilíbrio e quedas

 O Tai Chi Chuan leva a ganho em força, coordenação e flexibilidade, resultando em menor incidência de quedas em pessoas idosas.

Entretanto, o treinamento isolado de equilíbrio não mostrou reduzir o risco de quedas, enquanto intervenção focalizando múltiplos fatores de risco produziu proteção significativa contra quedas. Este achado sugere que o benefício do Tai Chi Chuan envolve outros mecanismos, além da simples melhora no equilíbrio, dentre eles a redução do medo de queda, o treinamento dos reflexos neuromusculares, o fortalecimento dos grupos musculares associados, a diminuição das oscilações e a melhora da flexibilidade.

 

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