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Você sabe a diferença entre um asilo e uma clínica de tratamento?

Angeluz

Estudos apontam que o começo deste ano foi marcado como o início de um novo capítulo na história do país, pois uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde indica que até dezembro de 2015, a população de crianças de até cinco anos será ultrapassada pela faixa de idade daqueles que possuem mais de 65 anos.

Ou seja, preparados ou não para este boom, os brasileiros precisam se conscientizar de que as casas voltadas para os idosos farão parte de um futuro bem próximo, já que os índices indicam que o Brasil em 2025 será o país mais velho do mundo.

Porém, engana-se quem acha que casa de repouso é um lugar de maus tratos aos idosos.  Asilo, assim chamado às instituições de assistência social, é abrigo para sustento ou educação, tanto idosos quanto crianças. E geralmente, quando se trata de idosos, os asilos possuem ou contratam pessoas que gostam de trabalhar com pessoas da terceira idade.

Muitos desses lugares recebem doações de pessoas de fora, que doam não só carinho e amor, mas também alimentos, roupas, equipamentos eletrônicos para que a infraestrutura de cada ambiente seja completa e que esses velhinhos sejam sempre muito bem recebidos e ocupem o tempo com um pouco de lazer, uma boa conversa e todo conforto que merecem.

Já a clínica de tratamento para idosos, como o próprio nome já diz, foi feita para receber e cuidar daqueles que precisam de ajuda. Dentro desse ambiente você pode encontrar médicos responsáveis, enfermeiros, quartos moldados para os mais velhos, refeições corretas, entre outras coisas, que beneficiam a melhor idade, principalmente a saúde de cada paciente.

E por mais que muitos fatores influenciem na decisão de levar ou não algum idoso para esses estabelecimentos, às vezes se faz necessário alguém com mais experiência que você cuidar de quem precisa de um pouco mais de atenção.

E o idoso que chega a uma fase de debilidades, seja por conta de doenças ou emocional, precisa ter alguém que dedique seu tempo integralmente a ele. Por isso, tanto o asilo quanto às clínicas de tratamento podem ser boas alternativas.

Pense nisso!

 

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Mais resistentes que muitos jovens

É assim que muitos idosos se sentem. Em uma pesquisa do IBGE, hoje no país existem 26,3 milhões de idosos, representando 13% da população. A expectativa é que esse percentual aumente e que em 2060 chegue a 34%, segundo o IBGE.

Se hoje, os idosos são representados por uma figura curvada, apoiada em bengala, o que a população com 60 anos ou mais enxerga é totalmente diferente. Com maior expectativa de vida, os idosos de hoje representam uma geração que se mantém ativa mesmo na velhice.

O IBGE constatou também que o aumento do índice da qualidade de vida é atribuído a uma melhoria na saúde e na condição material dos idosos.

“A sociedade tem visão estereotipada do idoso, com doenças, que consomem recursos da saúde. Que a velhice significa doença e não fazer nada”, constata o presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, João Bastos Freire Neto. “É importante dizer que é uma pequena parcela da população idosa que está nessa condição, não é a maioria dos idosos”, acrescenta.

Uma boa qualidade de vida na juventude, cuidados com a alimentação e a pratica de exercícios ajudam a ter uma velhice mais saudável. Além do que se pode prevenir, principalmente com os avanços da medicina.

Hoje o idoso é retratado como uma pessoa dependente. Isso não é mais verdade. É claro que há uma perda de vitalidade, mas o idoso hoje vive mais, está mais saudável, ativo e produtivo. O país está em processo de envelhecimento e levantar essas questões é uma forma de começar a conscientização da sociedade.

 

 

A terceira idade está gastando mais dinheiro

Uma pesquisa feita pelo SPC Brasil, mostrou que quatro em cada dez idosos passaram a gastar mais com produtos que gostam.  Porém, mesmo com a maior disposição para gastar, 45% dos entrevistados sentem dificuldades para encontrar produtos adequados para a sua idade.

A pesquisa, que entrevistou pessoas acima de 60 anos nas 27 capitais do Brasil, revela que o consumidor brasileiro da terceira idade tem aumentado o seu potencial de consumo e a disposição para gastar mais. Os idosos têm mudado suas prioridades de consumo com o passar do tempo, e hoje, eles afirmam gastar mais com produtos que desejam do que com itens relacionados às necessidades básicas da casa.

A pesquisa também consta que apesar de ser um nicho promissor, pelo menos 45% dos entrevistados afirmaram enfrentar dificuldades para encontrar produtos destinados a eles.

Entre os produtos que eles mais sentem falta estão às roupas, celulares com letras maiores, locais que sejam frequentados por pessoas da mesma idade e produtos de beleza.

Ao mesmo tempo em que estão consumindo mais, os consumidores brasileiros da terceira idade tem demonstrado um perfil mais exigente em relação aos produtos que estão adquirindo. A metade da amostra alega dar mais valor à qualidade dos produtos, mesmo que seja preciso pagar mais caro por isso. Outra constatação é que quase um quarto dos idosos incorporou a experiência de ir às compras como uma atividade de lazer do seu dia a dia.

Aproveitar a vida é considerado por seis em cada dez entrevistados com a grande prioridade de suas vidas no atual momento. Nesse sentido, para quase metade dos idosos ouvidos, neste estágio da vida, aproveitar os momentos consumindo é mais importante do que poupar.

“Se antes, a velhice era sinônimo de descanso, atualmente, ela significa uma oportunidade de transformar o tempo livre para novas atividades, como lazer, socialização e até mesmo o consumo”.

Uma das principais conclusões da pesquisa é que os consumidores da terceira idade mais ativos no mercado de trabalho e com melhor qualidade de vida estão satisfeitos com sua vida financeira. Em sua maioria são otimistas e começam inclusive a demandar produtos específicos para sua faixa etária.

E você? O que faz para aproveitar a sua vida? Concorda com a pesquisa? Conta pra gente!.

Cuidados pós 40

Todos nós sabemos que com o passar dos anos os cuidados com a saúde tem que aumentar, ainda mais quando chegam os 40 anos, aumentam os riscos de doenças, especialmente as cardiovasculares. Por isso, é importante conhecer a história da família para saber se não há fatores genéticos que podem elevar as chances de complicações – essa informação pode ajudar no diagnóstico precoce de doenças, como hipertensão, obesidade, diabetes e até mesmo câncer.
Em relação à alimentação, é importante que ela seja equilibrada e saudável ao longo de toda a vida; porém, aos 50 anos, os cuidados devem ser ainda maiores. A dica é incluir na dieta peixes, que são boas fontes de cálcio, ferro e vitamina B 12; castanhas, que ajudam a controlar o colesterol; e suco de uva, que têm ‘resveratrol’, substância que pode garantir maior longevidade.

Já aos 60 anos, os cuidados deve ser, além da alimentação, com a vacinação. A vacina pneumocócica, contra pneumonia, deve ser tomada nessa idade. A partir dessa idade e por volta dos 70 anos, é importante investir nos exercícios com peso, mesmo que a pessoa nunca os tenha feito. Isso ajuda a fortalecer a musculatura, que pode funcionar como uma poderosa proteção para os ossos e também contra quedas.
Depois dos 80 anos, começam as preocupações com a saúde mental e o cérebro. Nesse caso, a dica é estimular sempre a memória e aprender algo novo, atitudes que podem ser importantes na prevenção do Mal de Alzheimer, por exemplo. Por isso, é essencial manter a mente ativa e estimular o cérebro com cada vez mais novas informações. Ler mais

Idosos são o grupo que mais cresce no Facebook

É muito comum associar o uso da internet e principalmente das redes sociais ao público mais jovem. Adolescentes começam a utilizar essas plataformas para manter contato com os amigos, conhecer outras pessoas e ficarem antenados em tudo o que está acontecendo pelo mundo. Porém, o Centro de Pesquisas Pew revelou por meio de um estudo que o cenário atual não é exatamente esse.

Segundo a pesquisa, os idosos estão sendo os grandes responsáveis pelo crescimento e popularização do Facebook, já que no último ano, o público com mais de 65 anos foi o que mais aderiu a essa rede. Mais de 70% dos usuários da internet nos Estados Unidos têm um perfil no Facebook, o que representa um acréscimo de 4% em relação ao ano anterior, 2012.
Porém, os grandes responsáveis por esses números, sem dúvida, são os idosos de mais de 65 anos, que estão gostando cada vez mais da plataforma criada por Zuckerberg! O acréscimo entre essas pessoas foi de 10%, e mais de 40% dos internautas da terceira idade possuem uma conta no Facebook.

É interessante fazer uma comparação de dados, já que enquanto a população da terceira idade aumenta nessa rede social, o número de jovens está diminuindo, segundo essa mesma pesquisa. A redução foi de 2% de usuários de 2012 para 2013, na faixa etária que vai de 18 a 29 anos. Analisando um período de tempo maior, de 2011 a 2014, o resultado é surpreendente: o Facebook perdeu aproximadamente 11 milhões de seu público mais jovem.
Isso tudo revela os novos hábitos da sociedade norte-americana, que também podem ser estendidos para outros países.

Percebe-se a presença de uma terceira idade mais ativa no mundo online, idosos que estão realmente se beneficiando de todas as vantagens oferecidas pela internet. Por outro lado, jovens buscam se “desintoxicar” desse excesso de mídias que recebem, sobretudo a internet.

Também é uma prova de que os idosos estão tendo acesso a aparatos tecnológicos e querem estar ativos. Agora os jovens já podem interagir com os seus avós por meio de uma das redes sociais mais populares no mundo! Ler mais

A idade traz sabedoria

Quem nunca ouviu dizer que a idade traz sabedoria e que, por isso, ouvir os mais velhos e aceitar seus conselhos sempre é a melhor opção? Pois é, o que antes era apenas um senso comum, agora já está cientificamente comprovado. As pessoas mais velhas conseguem administrar melhor os conflitos aos quais se encontram submetidas, por isso, conseguem resolvê-los de forma melhor.

O estudo é da Universidade de Michigan e concluiu que quem é mais velho é mais capaz de aceitar pontos de vista diferentes, de entender que também existem diferenças nos valores das pessoas e de reconhecer incertezas. Comparados com jovens e adultos de meia idade, os mais velhos se sobressaem no poder de aceitar com tranquilidade o fato de que as coisas mudam.

A pesquisa envolveu uma fase em que pessoas de diversas idades deram seu posicionamento a respeito de um conflito entre dois países, nessa atividade, os mais velhos demonstraram mais sensatez do que os mais jovens. Ao longo da vida, os indivíduos acumulam informações e chegam a conclusões a respeito de seus conhecimentos cognitivos. É assim que conseguem utilizar o que sabem para resolver conflitos e ajudar os outros.

Inclusive, há estudiosos que entendem essa sabedoria também como uma forma de encontrar sentido na vida durante a velhice. Muitos idosos acabam tendo limitações físicas que os impedem de estar constantemente ativos, nesse caso, a sabedoria é um elemento fundamental. As pessoas sábias são também mais tolerantes e flexíveis, de modo que tudo isso contribui com a aceitação dos obstáculos que surgem no curso da vida.

No entanto, aceitação não significa resignação, ou seja, não quer dizer que os mais velhos simplesmente se conformam o que aconteceu e acontece. Pelo contrário, eles tendem realmente a entender e a crescer por meio de cada dificuldade encontrada no percurso. Conseguem tirar proveito dos seus problemas para resolver questões futuras, ou para aconselhar outras pessoas. Ler mais

Confira mitos e verdades sobre a terceira idade

Não adianta negar, todo mundo vai envelhecer. O processo, que começa perto dos 30 anos com a queda da capacidade pulmonar e cardíaca máxima e com a diminuição na produção de colágeno, é inevitável. Saiba mais sobre os mitos e verdades que acontecem com o corpo quando você alcança a casa dos 60.

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Quando ficamos velhos, ficamos mais esquecidos
Mito. “Quando falamos de envelhecimento, temos alterações em todos os sistemas orgânicos. Do ponto de vista neurológico, existem modificações sim, porém, nem sempre elas comprometem a função cerebral do indivíduo”, explica Roberto Dischinger Miranda, geriatra e cardiologista do Instituto Longevità, de São Paulo. Algumas mudanças no estilo de vida fazem com que o idoso fique menos atento ou participativo. As pessoas mais jovens estão mais ligadas aos fatos que acontecem ao seu redor. À medida que a pessoa fica mais tranquila, tende a diminuir o poder de assimilação dos fatos. “A nossa memória está relacionada à atenção. Pelo próprio estilo de vida que levamos, implica em menor registro, menor foco de memória. Nem sempre lapsos de memória sinalizam doença”, explica o médico. Para evitar que eles apareçam, invista em atividades prazerosas para evitar que o cérebro fique acomodado. Aprender uma nova língua, um instrumento musical ou até mesmo usar o computador pode ser uma ótima maneira de estimular o funcionamento cerebral.

Quando ficamos mais velhos precisamos nos exercitar menos
Verdade. As alterações no organismo próprias do envelhecimento começam aos 30 anos e com elas vem a diminuição das capacidades pulmonar e cardíaca máximas. A repercussão dessas mudanças na vida cotidiana é pequena, porém, a queda de desempenho pode ser facilmente sentida durante os exercícios físicos. “Os exercícios devem ter uma intensidade diferente daquele praticado quando a pessoa era jovem. Mas, em qualquer idade, a atividade física é importante. E a performance ao se exercitar dependerá de cada um, é uma capacidade individual”, comenta o geriatra.

As dores são inevitáveis, principalmente as causadas pela artrite
Mito. Osteoartrose é uma das doenças mais comuns no envelhecimento e provoca dor. “Apesar das dores ocasionadas pela degeneração da cartilagem serem consideras comuns, não podemos considerá-las normais. O paciente deve ir ao médico para fazer um tratamento, fisioterapia e controlar o peso”, explica o médico.

O desejo sexual diminui com a idade
Verdade. Segundo Roberto Dischinger Miranda, o desejo sexual tende a diminuir com a idade, por ser próprio do envelhecimento humano. Nas mulheres, a menopausa faz com que a lubrificação diminua, o que causa dores durante a penetração. No homem, é comum a disfunção erétil. Porém, muitas vezes isso não impede a vida sexual do casal. É importante que os dois estejam bem com a prática, seja uma vez ao dia ou uma vez ao mês.

Acima de 60 anos devo procurar um geriatra
Mito. O geriatra é nada menos que um médico generalista com especialização em doenças mais comuns da terceira idade. Como o processo de envelhecimento começa quando somos jovens, é possível ir ao geriatra para acompanhar o avanço da idade, de maneira preventiva. “Não há nada que impeça a pessoa de envelhecer, o importante é manter a capacidade funcional, motora, física e mental”, explica o médico.

Pessoas com mais de 60 anos sentem menos sede
Mito. A estrutura fisiológica em si não causa essa alteração. “Muitas vezes, o que acontece é que o idoso perde bastante água por um quadro de incontinência urinária ou devido aos remédios diuréticos. Com isso, eles tendem a diminuir a ingestão de água – conscientemente ou não”, diz a nutricionista especializada em gerontologia Maristela Strufaldi. O quadro pode levar à desidratação, tontura, problemas intestinais e prejudicar a pele. “Por mais que o corpo não exija, deve-se tomar a mesma quantidade de água que antes”, defende Maristela.

Os idosos sentem menos sono
Mito. Algumas teorias defendem que o que acontece na verdade é uma mudança na arquitetura do sono. “Muitas vezes, o idoso tem a sensação de que dorme menos ou de que não dormiu bem. Mas nem sempre isso é real”, comenta Miranda. Quando a atividade do corpo é menor durante o dia, é natural que as horas de sono diminuam. Porém, nem sempre é preciso tratar com medicamentos. Primeiramente, é preciso investigar as causas dessa mudança e, se possível, tratá-las.

O paladar muda com a chegada da idade
Verdade. Assim como os outros músculos, as papilas gustativas, que ficam na língua, tendem a atrofiar. Isso influencia na percepção do paladar. “Para compensar essa perda, os idosos tendem a buscar alimentos ora muito doces, ora muito salgados”, elucida Maristela.

Os músculos desaparecem com o passar do tempo
Verdade. Segundo a nutricionista, a queda funcional do corpo faz com que aumente a quantidade de gordura, diminua a quantidade de massa magra e ocasione a queda no colágeno. O quadro, normal com o envelhecimento, acontece devido à morte celular e à atrofia muscular. O problema pode ser levemente corrigido com atividade física e alimentação balanceada.

Existem doenças consideradas normais na 3ª idade (diabetes, hipertensão)
Mito. Tudo que é considerado doença não pode ser chamado de normal. Pressão alta, diabetes, catarata são comuns, porém, jamais devem ser consideradas normais, uma vez que comprometem a vida do indivíduo. “O ideal é envelhecer com saúde e bem-estar”, completa o geriatra.

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Conheça o novo ícone que representa pessoas de 60 anos ou mais

Recentemente postei aqui minha revolta com aquele logotipo simbolizando o idoso, uma pessoa encurvada, com uma bengala, passando uma imagem extremamente negativa da velhice, ainda mais agora que as pessoas dessa faixa etária assumem novas posturas e tomam as rédeas de suas vidas.Pois neste Dia Internacional do Idoso está sendo lançado oficialmente o novo pictograma criado pelo Movimento Nova Cara da 3ª Idade, para representar a terceira idade no Brasil. A partir de hoje qualquer empresa ou instituição poderá adotá-lo para sua sinalização. O idealizador do Movimento Nova Cara da 3ª Idade é o publicitário Max Petrucci, CEO da Garage IM.
Desde o mês de Junho, o Movimento Nova Cara da 3ª Idade contabiliza inspirações e votos de milhares de pessoas que se mobilizaram a partir do vídeo manifesto, uma chamada pública para o envio de ideias que representassem essa vontade. A página do movimento no Facebook tem mais de 74 mil fãs (80% maiores de 55 anos) e foi o veículo para o anúncio do novo símbolo, eleito com 4379 votos.

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O livro “A Bela Velhice” ensina a viver essa fase com felicidade e alegria

Para viver uma velhice feliz, alguns fatores são muito importantes. No livro ” A bela velhice” , da Editora Record, que será lançado nesta quarta-feira,16 de Outubro, às 19h, na FNAC Pinheiros, a antropóloga e escritora Mirian Goldenberg, uma das mais importantes estudiosas do comportamento brasileiro, mostra que é possível experimentar o processo de envelhecimento com beleza, liberdade e felicidade. Mais de 25 anos de pesquisas sobre as mulheres e os homens brasileiros desafiaram a autora a buscar os caminhos para inventar uma “bela velhice”. Em cada capítulo de seu novo livro, a antropóloga desenvolve as ideias mais importantes para a conquista desse ideal: encontrar um projeto de vida, valorizar a liberdade, almejar a felicidade, cultivar a amizade, viver intensamente o presente, respeitar as vontades e paixões, aceitar a própria idade e dar muitas risadas. O livro é dedicado a todos os interessados em construir um projeto de vida para uma “bela velhice”: os velhos de hoje e os velhos de amanhã.

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